Porque, do ser e do estar, só me restam migalhas. Atravesse a ponte e aponte o dedo às estrelas. Todos os dedos, indique. Indique. Erga seus punhos magricelos como antenas para o céu. Como pararraios patéticos, plásticos, deformativos.
Hoje eu acordei pensando em ti. Na tua face, na tua forma. Caos passivo, maldito.
Me risquei da lista de coisas a fazer. Não sou.
Agente duplo
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Me pergunto quantas vezes durante a vida uma pessoa é um agente duplo.
Quantas vidas é possível viver em uma. Quantas pessoas pode-se descobrir
dentro d...
Há 2 semanas

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